A evolução dos anticoncepcionais: o que você precisa saber para o Enem

Conheça tudo sobre contracepção para o ENEM! Entenda os tipos de anticoncepcionais, mitos, políticas públicas e como esse tema aparece em redação.

O implanon é um dos métodos contraceptivos disponíveis. (Foto: Reprodução).

A contracepção, ou controle de natalidade, é um tema importante para a saúde pública e para o desenvolvimento social. Os métodos anticoncepcionais permitem que pessoas escolham quando e se desejam ter filhos, contribuindo para o planejamento familiar, o empoderamento feminino e a prevenção de doenças.

Neste artigo, vamos entender como os anticoncepcionais surgiram, como evoluíram ao longo da história e por que esse assunto pode ser cobrado em provas como o Enem.

O que são anticoncepcionais?

Anticoncepcionais, também chamados de métodos contraceptivos, são formas de evitar a gravidez. Eles podem atuar:

  • Impedindo a ovulação
  • Evitando o encontro do óvulo com o espermatozoide
  • Impedindo a fixação do óvulo no útero

Além disso, alguns métodos também ajudam na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), como o preservativo.

Como os anticoncepcionais funcionam?

O funcionamento dos métodos anticoncepcionais varia de acordo com o tipo escolhido:

  • Hormonais: como a pílula, o adesivo ou o implante, agem alterando os níveis hormonais para evitar a ovulação.
  • Barreiras físicas: como o preservativo masculino ou feminino, impedem que os espermatozoides entrem em contato com o óvulo.
  • Métodos cirúrgicos: como a laqueadura e a vasectomia, são considerados definitivos.
  • Métodos comportamentais: como a tabelinha, têm maior risco de falha e exigem muito controle do ciclo menstrual.

Como surgiram os anticoncepcionais?

A ideia de evitar uma gravidez existe há milhares de anos. No Antigo Egito (por volta de 1850 a.C.), já se usavam misturas como misturas de fezes de crocodilo, leite azedo, mel e bicarbonato de sódio para tentar impedir a entrada de espermatozoides no útero. Na Grécia e em Roma, eram comuns os preservativos feitos com bexiga de animal, usados principalmente para evitar infecções.

No século 16, começaram a usar preservativos de intestino animal com mais frequência. Mais tarde, no século 19, surgiu o preservativo de borracha, que era mais eficiente por causa do processo de vulcanização (que torna a borracha mais resistente).

A partir do século 20, os métodos contraceptivos mudaram bastante. A pílula anticoncepcional foi aprovada em 1960 e trouxe um grande avanço no controle da reprodução. Nos anos 1960 e 1970, os DIUs (dispositivos intrauterinos) se tornaram mais comuns. Além disso, surgiram opções permanentes, como a vasectomia e a laqueadura, que também ficaram mais seguras.

Resumo dos principais métodos contraceptivos

PeríodoMétodoDescrição
Antigo Egito (1850 a.C.)Pessários (mel, acácia)Bloqueio do esperma com propriedades espermicidas.
Grécia/Roma AntigaCondões de bexiga animalPrevenção de ISTs.
Século 16Condões de intestino animalUso mais difundido para contracepção.
Século 19Condões de borrachaMais eficazes devido à vulcanização.
Século 20 (1960)Pílula anticoncepcionalInibidor hormonal da ovulação.
Anos 1960-1970DIUs modernosDispositivos intrauterinos com cobre ou hormônios.
Século 20Esterilização cirúrgicaVasectomia e ligadura tubária como métodos definitivos.

Impactos e controvérsias

Os anticoncepcionais tiveram um papel fundamental na emancipação feminina, permitindo maior inserção no mercado de trabalho e acesso à educação. Estudos indicam que a disseminação desses métodos contribuiu para a redução da mortalidade materna e infantil.

No entanto, o tema gera debates:

  • Religião: alguns grupos se opõem a métodos que impedem a implantação do embrião.
  • Saúde: métodos hormonais podem ter efeitos colaterais, como riscos cardiovasculares.
  • Desigualdade: o acesso aos métodos ainda é limitado em muitos países em desenvolvimento.

Evolução do planejamento familiar no Brasil

SUS distribuiu mais de 22 milhões de contraceptivos em 2024. (Foto: Agência Brasil)

No início do século XX, o Brasil tinha uma política pró-natalista, impulsionada pela economia cafeeira e pela necessidade de mão de obra, em um contexto de precária saúde pública e alta morbi-mortalidade.

A partir da década de 1960, pressões internacionais, especialmente americanas, influenciadas por teorias malthusianas, levaram a uma mudança gradual rumo ao controle populacional. Em 1965, surgiu a BEMFAM, financiada por entidades externas, promovendo contraceptivos como a pílula anticoncepcional.

Durante o regime militar, o governo reconheceu a decisão sobre a composição familiar como direito social (Conferência de Bucareste, 1974) e criou o Programa Nacional de Saúde Materno-Infantil (1975), com foco inicial em orientação familiar.

Na década de 1980, o movimento de mulheres ampliou o debate, defendendo a saúde reprodutiva como direito ético e social. Isso culminou no Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher (PAISM) em 1983, que buscava integrar contracepção e concepção na saúde da mulher, embora sua implementação enfrentasse obstáculos, como a deterioração dos serviços e a persistência de problemas como abortos clandestinos e esterilizações excessivas. Um estudo do Banco Mundial (1994) destacou falhas na saúde reprodutiva, como limitado acesso a métodos contraceptivos e altas taxas de gravidez na adolescência.

O marco definitivo veio com a Lei nº 9.263/1996, que formalizou o planejamento familiar como direito e obrigou o SUS a oferecer métodos contraceptivos amplamente, com liberdade de escolha e acompanhamento clínico. A lei também regulamentou a esterilização voluntária e estabeleceu prazos para acesso aos serviços, consolidando a inclusão de anticoncepcionais no sistema público de saúde.

Contracepção e políticas públicas no Brasil

Em 2024, o SUS distribuiu mais de 22 milhões de unidades de métodos contraceptivos, demonstrando o esforço do sistema público em ampliar o acesso.

Apesar disso, cerca de 62% das gestações no país ainda não são planejadas, o que evidencia lacunas na educação sexual e na oferta de serviços reprodutivos, especialmente em regiões com menor acesso à saúde.

Uma medida recente para enfrentar esse cenário foi a aprovação de uma resolução que autoriza farmacêuticos a prescreverem contraceptivos hormonais, iniciativa que contribui para descentralizar o atendimento e facilitar o acesso..

O futuro da contracepção

O futuro da contracepção inclui novos métodos masculinos, como o implante ADAM, e alternativas não hormonais, que prometem reduzir efeitos colaterais.

Além disso, as tecnologias de prevenção multipropósito (MPT) combinam contracepção com proteção contra ISTs. Pesquisadores buscam opções mais acessíveis e seguras para um público global diversificado.

Relevância para a redação do Enem

Temas como “Caminhos para combater a gravidez precoce no Brasil” e “Os desafios do planejamento familiar no Brasil” já foram propostos no Enem, o que demonstra a relevância da contracepção como tema transversal em debates sociais e de saúde pública.

Discutir questões como educação sexual, acesso à informação e políticas públicas ligadas ao planejamento familiar pode ser uma excelente forma de construir repertório para propostas semelhantes.

 Exemplos de temas de redação incluem:

  • “A importância da educação sexual e do acesso à contracepção para o empoderamento das mulheres”.
  • “Os desafios éticos e sociais do acesso desigual a métodos contraceptivos no Brasil”.

Abordagens e exemplos de argumento

TemaAbordagem SugeridaExemplo de Argumento
Gênero e direitos das mulheresImpacto da contracepção na autonomia femininaA aprovação da pílula em 1960 permitiu maior participação no mercado de trabalho.
Saúde públicaRedução da mortalidade materna e infantilO planejamento familiar melhora a saúde de mães e crianças.
Ética e acessoDesigualdades no acesso a métodos contraceptivosPaíses em desenvolvimento enfrentam barreiras financeiras.
Inovação científicaAvanços tecnológicos em contracepçãoNovos métodos masculinos podem equilibrar responsabilidades.

Perguntas frequentes sobre anticoncepcionais

Para enriquecer ainda mais o conteúdo e atender às necessidades dos estudantes, é essencial abordar as perguntas e preocupações mais comuns sobre contracepção . Algumas das dúvidas frequentes incluem:  

Como tomar a pílula corretamente?
A pílula deve ser tomada diariamente, sem esquecimentos, preferencialmente sempre no mesmo horário.

Em quanto tempo a pílula começa a fazer efeito?
Se iniciada no primeiro dia do ciclo menstrual e tomada corretamente, a proteção é imediata.

É importante tomar a pílula no mesmo horário?
Sim, o ideal é tomar a pílula em até 12 horas após o horário habitual.  

O que fazer em caso de esquecimento da pílula?
Se o esquecimento for de até 12 horas, tome assim que lembrar. Se ultrapassar 12 horas, siga as orientações da bula e considere usar métodos contraceptivos adicionais.  

Qual a eficácia da pílula anticoncepcional?
Se tomada corretamente, a pílula é altamente eficaz.  

A pílula protege contra Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs)?
Não, apenas o preservativo (masculino ou feminino) protege contra ISTs.  

Outros medicamentos podem interferir no efeito da pílula?
Sim, alguns medicamentos podem interagir com a pílula, reduzindo sua eficácia . Consulte sempre um médico.  

Quais os tipos de pílulas anticoncepcionais disponíveis?
Existem diversas opções com diferentes dosagens hormonais . A escolha deve ser feita com orientação médica.  

A pílula anticoncepcional causa ganho de peso?
Algumas mulheres podem reter líquidos, mas não há evidências de ganho de massa corporal significativo.

A pílula anticoncepcional afeta a libido feminina?
A maioria das mulheres não relata alterações na libido, mas algumas podem sentir diminuição.  

Usar a pílula por muito tempo diminui a fertilidade?
Não, a pílula não causa infertilidade . A fertilidade retorna ao normal após a interrupção do uso.  

Questões sobre a temática no Enem

Em seguida, para finalizar sua revisão, e mandar muito bem no Enem e nos vestibulares, teste seus conhecimentos com os exercícios que selecionei para você:

Questão 01 – (UFSC/2011)

As figuras abaixo mostram procedimentos cirúrgicos no aparelho reprodutor masculino e feminino denominados de vasectomia (Figura 1) e ligação tubária (Figura 2).

vasectomia e ligação tubária
AMABIS e MARTHO. Biologia das células. 2. ed. São Paulo: Moderna, 2004.     p. 369.

AMABIS e MARTHO. Biologia das células. 2. ed. São Paulo: Moderna, 2004. p. 369.

Assinale a(s) proposição(ões) CORRETA(S).

01. Um homem  que  se  submete  à  vasectomia (mostrada na Figura 1) tem preservada a capacidade de ejacular normalmente.

02. Uma mulher  submetida  ao  procedimento  de  ligação tubária (mostrada na Figura 2) mantém a produção de óvulos (ovócitos secundários), mas estes não podem ser alcançados pelos espermatozoides.

03. Os ovários  continuarão  produzindo  os  hormônios FSH (hormônio estimulante do folículo), LH (hormônio luteinizante), estrogênio e progesterona mesmo depois da cirurgia.

04. O homem vasectomizado mantém a produção normal do hormônio testosterona, uma vez que este é lançado diretamente na corrente sanguínea.

08. Ambos os  procedimentos  cirúrgicos  são  considerados  métodos  anticonceptivos e são eficientes na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis.

16. Como um homem vasectomizado não mais elimina espermatozoides, não pode mais transmitir o vírus da AIDS para seus parceiros sexuais.

32. No caso  da  mulher  submetida  ao  procedimento de ligação tubária (mostrada na Figura 2), com o passar dos anos, os óvulos (ovócitos secundários) acharão um novo caminho até o útero, por isso este procedimento cirúrgico deve ser sempre repetido a cada dez anos.

Questão 02 – (UNCISAL AL/2019)

A pílula do dia seguinte é um contraceptivo de emergência que deve ser utilizado somente em último caso, como, por exemplo, quando a camisinha estoura no momento da ejaculação ou quando a mulher se esquece de tomar a pílula anticoncepcional durante dois, três dias e só se lembra no momento da relação sexual. Há relatos de que a pílula vem sendo ingerida por mulheres que sofreram estupro. Entretanto, não se deve fazer de seu uso um hábito nem tomar mais que uma dose por mês. O uso da pílula tem diminuído em mais de 50% a taxa de gravidez indesejada e evitado milhares de abortamentos.

Disponível em: https://drauziovarella.com.br.
Acesso em: 21 nov. 2018 (adaptado).

Qual o principal efeito que a pílula do dia seguinte, utilizada para evitar uma gravidez indesejada, causa no organismo da mulher?

a) Estimula a ovulação, alterando o ciclo ovulatório.

b) Altera o ciclo menstrual, antecipando o momento da menstruação.

c) Elimina os espermatozoides por meio de substâncias espermicidas.

d) Inibe a motilidade dos espermatozoides, impedindo o contato com o óvulo.

e) Impede a implantação do embrião, liberando testosterona sintética no organismo.

Questão 03 – (UEPA/2015)

Atualmente, os casais buscam métodos anticoncepcionais que lhes permitam um planejamento familiar, com um determinado número de filhos. Nos países em desenvolvimento, com altos níveis de pobreza, existem dificuldades no controle da gravidez, pois faltam programas de orientação sexual, educacional e, até de condições de acesso aos métodos contraceptivos. Dentre esses métodos, alguns são combinações de hormônios que impedem a maturação dos folículos e a ovulação; outros são cirúrgicos impedindo a fecundação do ovócito e; ainda, há os que também servem como prevenção contra doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).

Adaptado de BIOLOGIA: Seres Vivos, volume 2, Cesar e Sezar,2009.

Os métodos contraceptivos tratados no texto são respectivamente:

a) preservativo (camisinha), pílulas anticoncepcionais e dispositivo intrauterino.

b) preservativo (camisinha), laqueadura e pílulas anticoncepcionais.

c) tabela, dispositivo intrauterino e laqueadura.

d) pílulas anticoncepcionais, laqueadura e preservativo (camisinha).

e) pílulas anticoncepcionais, laqueadura e tabela.

Questão 04 – (UFRR/2015)

Dentre os métodos contraceptivos que atuam impedindo que os gametas masculinos e femininos se encontrem estão:

a) o diafragma e o dispositivo intrauterino (DIU);

b) a pílula anticoncepcional e o dispositivo intrauterino (DIU);

c) a pílula anticoncepcional e a vasectomia;

d) a camisinha masculina e o diafragma;

e) a pílula do dia seguinte e a camisinha feminina.

Questão 05 – (UNESP SP/2013)

Método de contracepção definitiva começa a se popularizar no país

Consagrado nos Estados Unidos há quase uma década, o Essure é um procedimento feito em ambulatório, que dispensa cortes. O Essure consiste de dois dispositivos metálicos com 4 centímetros, instalados no início das tubas uterinas por meio de um equipamento bem fino, que é introduzido no canal vaginal. Em algumas semanas, as paredes das tubas recobrem os microimplantes, obstruindo as tubas e fazendo do Essure um método contraceptivo permanente.

(Diogo Sponchiato. Revista Saúde, maio de 2012. Adaptado.)

Considerando o modo pelo qual o dispositivo mencionado no texto leva à contracepção, é correto afirmar que ele impede

a) a locomoção do espermatozoide da vagina para o útero, e deste para as tubas uterinas, com resultado análogo ao provocado pelos cremes espermicidas.

b) que o embrião seja conduzido da tuba uterina até o útero, com resultado análogo ao provocado pela camisinha feminina, o Femidom.

c) a implantação do embrião no endométrio, caso o óvulo tenha sido fecundado, com resultado análogo ao provocado pelo dispositivo intrauterino, o DIU.

d) que ocorra a ovulação, com resultado análogo ao provocado pela pílula anticoncepcional hormonal.

e) que o espermatozoide chegue ao ovócito, com resultado análogo ao provocado pela laqueadura.

Questão 06 – (Unicastelo SP/2013)

Considere os seguintes métodos contraceptivos:

I. Abstinência sexual temporária controlada a partir do método da “tabelinha”.

II. Pílula anticoncepcional hormonal.

III.    Dispositivo intrauterino (DIU).

IV. Camisinha masculina (condon).

V. Camisinha feminina (femidon).

VI. Diafragma.

VII.  Pomada espermicida.

É correto afirmar que

a) os métodos II e III impedem a concepção e previnem contra as DSTs, pois criam uma barreira física entre os gametas masculino e feminino e impedem o contato de micro-organismos de um companheiro com a mucosa genital do outro.

b) os métodos IV e V contribuem para evitar a gravidez e também são eficientes em prevenir a transmissão do HIV.

c) o método VII assegura prevenção contra uma gravidez indesejada, assim como assegura prevenção contra DSTs causadas por bactérias, mas não contra as causadas por vírus.

d) o método I é o mais indicado para evitar uma gravidez indesejada, assim como assegura prevenção contra as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs).

e) o método VI previne a transmissão do HIV e da maioria das doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).

Questão 07 – (UEPA/2013)

Campanhas publicitárias recomendam a utilização de preservativos (camisinhas) na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Esta orientação, amplamente veiculada nos meios de comunicação, não surte o efeito desejado na seguinte DST:

a) AIDS

b) Sífilis

c) Gonorreia

d) Candidíase vaginal

e) Pediculose pubiana

Questão 08 – (Unemat MT/2013)

Diversas reformas são esperadas na Igreja Católica e a escolha de um novo papa sempre traz esperança de renovação. Uma dessas reformas diz respeito a como a Igreja encara o uso da contracepção, em virtude do risco de contaminação por doenças sexualmente transmissíveis (DST).

Sobre a contracepção e DST, escolha abaixo a alternativa correta:

a) AIDS, sífilis, candidíase e herpes são doenças causadas por bactérias.

b) A prolactina é o principal hormônio usado na fabricação de pílulas contraceptivas.

c) O preservativo, ou camisinha, não previne contra o HIV.

d) A pílula do dia seguinte não evita a fecundação, e sim a fixação do embrião no útero.

e) O dispositivo intrauterino pode causar alergia, porque o chumbo de sua composição entrará em contato com tecido conjuntivo da parede do útero.

GABARITO: 1. 11; 2. B; 3. D; 4. D; 5. E; 6. B; 7. E; 8. D.

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Sobre o(a) autor(a):

Luana Santos - Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina, é redatora com foco em educação, produção de conteúdo para o Enem e vestibulares. Atualmente, integra a equipe da Rede Enem, onde cria materiais informativos e inspiradores para ajudar estudantes a alcançarem seus objetivos acadêmicos. Ama café, livros e uma boa conversa sobre educação.  

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