A Colonização Portuguesa no Brasil: resumo Enem de História

Veja agora no resumo gratuito a trajetória da Colonização Portuguesa no Brasil desde a Descoberta, o Período Pré-Colonial; a Escravidão, e o ciclo do Brasil Colonial

Veja agora as características da Colonização Portuguesa tempos desde o descobrimento, a escravidão, o ciclo do Pau-Brasil, da Cana de Açúcar, da Mineração, e as Revoltas Coloniais Nativistas.  O território foi descoberto em 1500, mas as primeiras atividades de colonização tiveram início em 1530.

A finalidade da Coroa Portuguesa para com o território era meramente exploratória. Extrair as riquezas da colônia, exportar para a Europa, e dar sustentação econômica para a corte em Portugal. Não existia um processo  de se constituir aqui uma nova sociedade.

O Período Pré-Colonial

Veja como foi o ciclo de 1500 a 1530 no Brasil: Logo após o descobrimento ocorrido em 21 de abril de 1500,  Pedro Álvares Cabral já partia rumo à Índia no dia 1º de maio, onde permaneceu por mais de três meses.

Publicidade

Trata-se de um roteiro um tanto quanto curioso: por que Cabral, depois de uma longa viagem, teria ficado tão pouco tempo no Brasil? Por que sua estada no Oriente foi muito mais longa? Na prática, a jornada fazia prática da Expansão Marítima.

Na prática, a jornada fazia prática da Expansão Marítima. Cabia a Cabral, portanto, realizar a primeira viagem comercial ao Oriente, devendo fazer escala a oeste do Atlântico para o reconhecimento das terras atribuídas a Portugal pelo Tratado de Tordesilhas (1494).

A estada curta no Brasil nos permite entender que o principal objetivo de Cabral era mesmo chegar ao Oriente, onde os vultosos lucros com as especiarias colocariam o Brasil em segundo plano. Mesmo a possibilidade de se encontrar ouro no território não despertou em Cabral o interesse em permanecer mais tempo no novo mundo.

Confira agora com a professora Ana Cristina Peron, do canal do Curso Enem Gratuito, o resumo do período pré-colonial:

Como você bem observou na aula da professora Ana Cristina Peron, a Europa vivia o ciclo da Expansão Marítima, em busca de riquezas típicas da época: pedras preciosas ou especiarias. A exploração no Brasil começou efetivamente a partir da Colonização Portuguesa em 1530.

A Longa noite da Escravidão

Quando os portugueses comecam a dar foco na exploração comercial das riquezas naturais do território brasileiro eles tentaram utilizar os indígenas como mão de obra escrava. Não tiveram êxito nessa empreitada em função das constantes fugas e pelo contínuo afastamento dos indígenas mais para o interior do país, onde os portugueses não os conseguiam capturar.

Em seguida a Coroa de Portugual mudou o foco para trazer para o Brasil a prática da escravidão de africanos, que já acontecia na costa da África, nas ilhas atlânticas dominadas pelos portugueses. Teve início, ainda na metade do século XVI, o Tráfico Negreiro em direção ao Brasil.

Três séculos e meio de Escravidão

A escravidão de negros no Brasil terminou oficialmente em 13 de maio de 1888, com a Lei Áurea, assinada pela Princesa Isabel. Foram longos três séculos e meio de escravatura. O tráfico negreiro foi proibido em 1850, com a Lei Eusébio de Queirós.

Quando falamos em escravidão no Brasil, logo pensamos nos negros escravizados e no tráfico negreiro. No entanto, logo após o “descobrimento do Brasil”, os indígenas é que eram escravizados. Por que, então, os portugueses passaram a optar pela escravidão de negros?

Veja a seguir, com a professora Ana Cristina, como ocorreu eeste processo de escravização, a origem dos povos africanos que foram trazidos para o Brasil, as relações entre os portugueses e os povos africanos e como era o transporte dos chamados “tumbeiros”.

O que para os portugueses era uma atividade comercial, para a humanidade a memória que ficou foi a de uma indignidade histórica.

A Colonização Portuguesa

Durante a época do Brasil Colônia, o país serviu aos propósitos mercantilistas portugueses, sobremaneira quando o mercado de especiarias asiáticas entrou em decadência a partir da concorrência de outras nações.

Este fato ameaçou substancialmente a “saúde” financeira do reino português, uma vez que a estrutura administrativa do império lusitano dependia dos lucros obtidos com a revenda das especiarias produzidas em solo asiático.

Veja agora com o professor Felipe, do Curso Enem Gratuito:

Muito bom este resumo. Vale a pena ver de novo.

As Revoltas Coloniais Nativistas

O Brasil dos séculos XVII e XVIII presenciou diversas revoltas coloniais contrárias ao poder metropolitano exercido em suas províncias. Algumas desejavam romper com a Coroa, mas existiram outras que, mesmo sem ideal de ruptura, se revoltaram contra a exploração portuguesa.

Quando a gente estuda Independência do Brasil, somos levados a acreditar que esse processo ocorreu depois do grito de Dom Pedro I, às margens do rio Ipiranga. Porém, existe um contexto muito maior que levou o Brasil a deixar de ser colônia portuguesa. É sobre isso a nossa aula

As revoltas do período colonial são divididas em dois tipos: as nativistas e as separatistas. As revoltas nativistas contestavam aspectos específicos da exploração colonial sem propor ruptura com a metrópole; as revoltas separatistas queriam romper com Portugal.

Dentre as revoltas nativistas, temos a Guerra dos Emboabas, a Revolta dos Mascates, a Revolta de Beckman e a Revolta de Filipe dos Santos (Revolta de Vila Rica). Dentre as separatistas, temos a Inconfidência Mineira e a Conjuração Baiana. Na aula de hoje, veremos as revoltas nativistas. Para saber como terminou cada revolta, confira a minutagem 🙂

 A Revolta de Beckman aconteceu no Maranhão. Seus principais líderes foram os irmãos Beckman, donos de terra que se revoltaram com a Companhia de Comércio do Maranhão, a qual exercia o monopólio sobre o comércio da região. Os jesuítas também participaram da revolta.

 A Guerra dos Emboabas tinha a ver com a disputa pelas áreas de mineração na região de Minas Gerais. Quem descobriu ouro primeiro nessa região foram os bandeirantes paulistas, mas os forasteiros portugueses foram atraídos pela notícia e disputaram a exploração de ouro.

 A Guerra dos Mascates foi um conflito entre os senhores de engenho de Olinda e os comerciantes de Recife. Desde a expulsão dos holandeses, Recife prosperava comercialmente e Olinda decaía devido à crise da produção açucareira.

A Coroa Portuguesa decide elevar Recife à condição de Vila, tornando-a independente de Olinda, gerando revolta por parte dos fazendeiros de Olinda.

A Revolta de Filipe dos Santos, também chamada de Revolta de Vila Rica, foi uma revolta que uniu os mineradores a alguns integrantes das classes populares. Os mineradores estavam revoltados por conta das casas de fundição que aumentavam o rigor da fiscalização do ouro. O aumento dos preços também revoltou os populares.

Agora, é hora de testar o que você aprendeu sobre o processo de Colonização Portuguesa no Brasil.

Simulado: A Colonização Portuguesa no Brasil

.

.

Mandou bem nas respostas?

Se não gabaritou de primeira, confira aqui uma aula-resumo sobre a Colonização Portuguesa e a Colonização Espanhola na América Latina e na América Central.

A Colonização Portuguesa
Colonialismo  Fonte: https://dinamicaglobal.wordpress.com/2016/05/28/as-verdades-ocultas-da-colonizacao-cultural-e-financeira-do-brasil/

Compartilhe: