Relações ecológicas

Estudar ecologia e as diversas relações ecológicas é crucial para entendermos como se desenvolvem as interações entre os seres vivos!

Relações ecológicas são as interações desenvolvidas entre os seres vivos. As relações que ocorrem entre os seres vivos são largamente estudadas e classificadas sob diferentes aspectos.

O estudo das relações ecológicas muitas vezes assusta os estudantes por conter diversos tipos, cada um com suas características específicas. Apesar de parecer um conteúdo complicado, entender ecologia e as diferentes relações ecológicas é mais simples do que parece!

E, como é um conteúdo fácil, você simplesmente não pode correr o risco de errar questões sobre relações ecológicas no Enem ou no vestibular!

Neste post, vamos te explicar o que são e como funcionam os diferentes tipos de relações ecológicas para você nunca mais esquecer! Bora?

Classificação das relações ecológicas

Relações Ecológicas - elefantes
Elefantes interagindo com a água (componente abiótico) e entre eles mesmos (componentes bióticos)

A primeira coisa que você precisa lembrar é que os seres vivos podem interagir tanto com os componentes abióticos de um ecossistema (como a água, o ar, a luminosidade), como também com os componentes bióticos, ou seja, com outros seres vivos (como um leão comendo uma zebra).

As relações ecológicas são aquelas desenvolvidas entre os seres vivos de uma comunidade, ou seja, entre os componentes bióticos.

Um ser vivo pode se relacionar tanto com indivíduos da mesma espécie, quanto com seres de espécies diferentes. Aqui temos a nossa primeira grande classificação.

Relações intraespecíficas ou interespecíficas
  • Relações ecológicas intraespecíficas são aquelas desenvolvidas entre seres vivos de uma mesma espécie. Lembre-se: intra = dentro, neste caso, dentro da mesma espécie!
  • Relações ecológicas interespecíficas são aquelas desenvolvidas entre seres vivos de espécies diferentes. Lembre-se: inter = entre, ou seja, entre espécies.
Relações harmônicas e desarmônicas

Outra maneira de classificarmos as relações ecológicas é observando as vantagens e desvantagens que sofrem os seres vivos envolvidos.

  • Relações ecológicas harmônicas são aquelas onde nenhum ser vivo envolvido sai prejudicado.
  • Relações ecológicas desarmônicas são aquelas em que um ser vivo sai prejudicado (como um rato que é comido por uma serpente).

Porém, fique atento a essas classificações! O fato de uma relação ecológica ser considerada desarmônica não quer dizer que ela seja ruim para o equilíbrio ecológico: pelo contrário!

As relações desarmônicas são muito importantes, por exemplo, na manutenção das populações. Se não existissem predadores, como as serpentes, suas presas se multiplicariam demais, tornando-se pragas.

Agora que você já sabe identificar os grandes grupos de relações ecológicas, vamos aos subgrupos.

Relações intraespecíficas harmônicas

São relações ecológicas que ocorrem entre indivíduos da mesma espécie, sem prejuízo para nenhuma parte.

  • Sociedades: são associações de indivíduos da mesma espécie em que os indivíduos se organizam de modo cooperativo sem estarem ligados anatomicamente (pelo corpo). Exemplo: Formigas.
relações ecológicas - sociedade
Exemplo de sociedade – formigas Monomorium minimo carregando pupas
  • Colônias: são agrupamentos de seres da mesma espécie que têm seus corpos ligados uns aos outros, o que facilita a sua sobrevivência. Exemplo: colônia de corais.
Relações Ecológicas - colônia
Colônia de corais-cérebro
Relações interespecíficas harmônicas

São relações ecológicas que ocorrem entre indivíduos de espécies diferentes, sem prejuízo para nenhuma parte.

Mutualismo: é uma relação ecológica obrigatória (sem um, o outro não vive) entre indivíduos de espécies diferentes em que ambos são beneficiados. Exemplo: líquens.

Relações Ecológicas - mutualismo
Líquen crescendo sobre um galho de árvore
  • Protocooperação: é uma relação ecológica não obrigatória entre indivíduos de espécies diferentes em que ambos são beneficiados. Exemplo: paguro e anêmona.
Relações Ecológicas - protocooperação
Paguro (carangueijo ermitão) com anêmonas em uma relação de protocooperação
  • Comensalismo: é uma relação ecológica entre seres de espécies diferentes em que apenas um dos envolvidos é beneficiado, sem causar prejuízo ou benefício à outra parte. O comensalismo está relacionado ao aproveitamento de restos de alimentos de uma das partes. Exemplo: rêmora e tubarão.
Relações Ecológicas - comensalismo
Rêmoras aderidas em um tubarão-baleia em uma relação de comensalismo
  • Inquilinismo: é semelhante ao comensalismo, porém o benefício, neste caso, não é um alimento e sim abrigo. Exemplo: bromélias sobre uma árvore.
relações ecológicas - inquilinismo
Bromélias epífitas sobre os galhos de uma árvore em uma relação de inquilinismo
Relações interespecíficas desarmônicas

São relações ecológicas que ocorrem entre seres de espécies diferentes, com prejuízo de alguma das partes.

  • Predação: é uma relação ecológica em que um ser vivo – o predador – captura e mata outro – a presa, com o objetivo de se alimentar do mesmo. Exemplo: onça comendo paca.
Relações Ecológicas - predação
Onça com sua presa – uma paca em uma relação de predação ou predatismo
  • Herbivoria: é a relação ecológica entre um consumidor primário e um produtor, como por exemplo, um animal comendo uma planta. Exemplo:  veado comendo vegetação.
relações ecológicas - herbivoria
Veado comendo vegetação em uma relação ecológica de herbivoria
  • Parasitismo: é uma relação ecológica em que um ser vivo – o parasita – vive às custas de outro (dentro ou sobre outro ser) – o hospedeiro. Exemplo: protozoário causador da malária.
Relações Ecológicas - parasitismo
Hemácias parasitadas por plasmódio (parasita causador da malária)

Em uma relação de parasitismo, o parasita pode até modificar o comportamento de seus hospedeiros para completar seu ciclo vital. Indico dois vídeos que mostram exemplos muito interessantes disso: caracóis zumbis e formigas zumbis.

  • Competição interespecífica: é uma relação ecológica de competição entre indivíduos de espécies diferentes, que concorrem pelos mesmos fatores do ambiente, fatores existentes em quantidades limitadas.
Relações Ecológicas - Competição interespecífica
Chacal espantando abutres que tentam pegar sua presa (exemplo de competição interespecífica)

Relações intraespecíficas desarmônicas

São relações ecológicas que ocorrem entre seres da mesma espécie, com prejuízo de alguma das partes.

  • Competição intraespecífica: É uma relação ecoógica de competição entre indivíduos da mesma espécie, que concorrem pelos mesmos fatores do ambiente, que existem em quantidade limitada.
Relações Ecológicas - competição intraespecífica
Abutres disputando uma carcaça em uma relação ecológica de competição intraespecífica
  • Canibalismo: é uma relação ecológica em que seres de uma mesma espécie comem outros seres da sua própria espécie.
Relações Ecológicas - Canibalismo
Cobra-tigre comendo outra cobra-tigre em uma relação ecológica de canibalismo
Para finalizar sua revisão sobre relações ecológicas, veja essa videoaula que gravei com todo carinho pra você:

Teste seus conhecimentos com questões sobre relações ecológicas:

01 – (UDESC SC/2014)   Analise a alternativa correta quanto às relações entre os seres vivos.

a) A protocooperação é um exemplo de relação intraespecífica desarmônica, em que dois seres de espécies diferentes mantêm relações obrigatórias e benéficas, e não conseguem viver independentes.

b) O canibalismo é um exemplo de relação interespecífica harmônica, em que um ser se alimenta de outro ser de sua própria espécie ou de outra espécie.

c) A competição é um exemplo de relação interespecífica harmônica, em que os indivíduos não são prejudicados quando competem por alimento e luz.

d) A predação é um exemplo de relação interespecífica desarmônica, em que um ser mata outro ser de espécie diferente para se alimentar.

e) O inquilinismo é um exemplo de relação intraespecífica desarmônica, em que dois seres de espécies diferentes mantêm relações benéficas, mútuas e obrigatórias, e conseguem viver de forma independente.

Gab: D

02 – (Fac. Santa Marcelina SP/2014)   Espécies de animais, plantas, fungos e bactérias, quando levadas intencional ou acidentalmente pelo ser humano para novos ambientes, podem se tornar verdadeiras pragas.

A introdução de algumas espécies exóticas é considerada uma ameaça por promover

a) a competição das espécies introduzidas com as espécies locais e a perda da biodiversidade do ecossistema em que foram introduzidas.

b) a fragmentação do ecossistema com a criação de corredores ecológicos e a reestruturação das relações de predação/competição entre as espécies locais.

c) a ampliação dos nichos ecológicos das espécies locais e o desenvolvimento de resistência do ecossistema contra novas invasões.

d) o aumento da taxa de reprodução e disseminação das espécies nativas, com consequente diminuição da resistência do ecossistema local.

e) a conectividade de diferentes paisagens, facilitando o fluxo genético entre as populações e a disseminação das espécies nativas.

Gab: A

03 – (UNICAMP SP/2014)   Os insetos, especialmente aqueles com modo de vida social, estão entre os animais mais abundantes na Terra. São insetos sociais, que vivem em colônias:

a) formigas, borboletas, besouros.

b) abelhas melíferas, formigas, cupins.

c) besouros, abelhas melíferas, moscas.

d) cupins, libélulas, cigarras.

Gab: B

04 – (Unicastelo SP/2014)   Na Mata Atlântica, um único jequitibá, árvore frondosa e de vida longa, pode hospedar uma infinidade de seres vivos, como cobras, lagartos, formigas, pulgões e bromélias, que se relacionam entre si da seguinte forma:

  • as cobras se alimentam dos lagartos;
  • as formigas levam os pulgões aos seus formigueiros e os escravizam para se alimentarem de suas excreções ricas em açúcar;
  • os pulgões se alimentam da seiva elaborada do jequitibá;
  • as bromélias utilizam os troncos do jequitibá como suporte.

As relações ecológicas estabelecidas entre os seres citados são, respectivamente,

Gab: A

05 – (Fac. de Ciências da Saúde de Barretos SP/2014)   A presença de líquens em árvores, conforme ilustra a figura, indica a existência de duas relações ecológicas.

Relações Ecológicas - exercício 1
(http://revistapesquisa.fapesp.br)

Tais relações são:

a) a cooperação, entre a alga e o musgo, e o comensalismo, entre o líquen e a árvore; sendo ambas harmônicas.

b) o mutualismo, entre a alga e o fungo, e o inquilinismo, entre o líquen e a árvore; sendo ambas harmônicas.

c) a simbiose, entre o fungo e o musgo, e a cooperação, entre o líquen e a árvore; sendo ambas harmônicas.

d) a competição, entre a alga e o musgo, e o epifitismo, entre o líquen e a árvore; sendo ambas desarmônicas.

e) o mutualismo harmônico, entre o fungo e o musgo, e o parasitismo desarmônico, entre o líquen e a árvore.

Gab: B

06 – (UEA AM/2014)   As relações ecológicas desarmônicas são importantes para o controle populacional, pois afetam diretamente o tamanho das populações das espécies envolvidas na relação. São relações ecológicas desse tipo:

a) competição, comensalismo e mutualismo.

b) predatismo, parasitismo e competição.

c) protocooperação, competição e predatismo.

d) parasitismo, inquilinismo e herbivorismo.

e) parasitismo, comensalismo e inquilinismo.

Gab: B

07 – (FAMECA SP/2014)   Uma mulher pode desenvolver infecção vaginal causada por fungos, após o uso de antibióticos. Esses medicamentos são administrados para exterminar patógenos que estão prejudicando alguma parte do organismo feminino. Entretanto, eles podem afetar a flora normal da vagina que normalmente mantém outros micro-organismos sob controle. Nesse contexto, a flora vaginal e os fungos têm relações ecológicas com o corpo feminino, respectivamente, de

a) sociedade e simbiose.

b) cooperação e comensalismo.

c) competição e predatismo.

d) amensalismo e colônia.

e) mutualismo e parasitismo.

Gab: E

08 – (ACAFE SC/2013)   Em 1928, Alexander Fleming desenvolvia pesquisas sobre estafilococos. No mês de agosto daquele ano tirou férias e, por esquecimento, deixou algumas placas com culturas de estafilococos sobre a mesa. Quando retornou ao trabalho, em setembro, observou que algumas das placas estavam contaminadas com mofo. Notou que havia, em uma das placas, um halo transparente em torno do mofo contaminante, o que parecia indicar que aquele fungo produzia uma substância bactericida. O fungo foi identificado como pertencente ao gênero Penicilium, donde deriva o nome de penicilina dado à substância por ele produzida. Fleming passou a empregá-la em seu laboratório para selecionar determinadas bactérias, eliminando das culturas as espécies sensíveis à sua ação.

Relações Ecológicas - exercício 2
Fonte: http://usuarios.cultura.com.br/jmrezende/penicilina.htm

A relação ecológica observada por Fleming entre a bactéria e o fungo pode ser definida como:

a) Parasitismo do tipo endoparsitose em que, neste caso, o fungo é o hospedeiro.

b) Amensalismo do tipo antibiose em que uma espécie, neste caso o fungo, produz substância que, lançadas no meio, dificulta a vida ou até provoca a morte de outras espécies.

c) Parasitismo do tipo holoparasitose em que, neste caso, o fungo parasita metabolizará os nutrientes sugados das bactérias.

d) Amensalismo do tipo canibalismo em que, neste caso, as bactérias predam-se a si mesmas.

Gab: B

09 – (PUC RS/2013)   O duende Xass vive com seus pais, que o sustentam com muito custo. Xass afirma que enfrentará o que for preciso para casar-se com a fada Iefa. Mas ela já tem um pretendente, com o qual desenvolveu uma afinidade quase vital. E esse pretendente, Derih, um bruxo que se alimenta unicamente das pétalas caídas dos girassóis do bosque, não deseja perder o amor de Iefa para Xass.

Usando a terminologia própria da ecologia, as relações entre Xass e seus pais; Iefa e Derih; Xass e Derih; Derih e os girassóis seriam correta e respectivamente denominadas como:

a) parasitismo simbiose competição comensalismo

b) inquilinismo simbiose concorrência forésia

c) parasitismo cooperação competição forésia

d) inquilinismo cooperação concorrência comensalismo

e) parasitismo cooperação concorrência forésia

Gab: A

10 – (FGV/2013)   Um estudante, ao observar uma árvore frondosa, percebeu a existência de orquídeas, bromélias e líquens habitando densamente seus galhos. Constatou também que algumas folhas estavam sendo devoradas por lagartas, as quais eram capturadas por pássaros e saguis.

Com relação às interações ecológicas observadas, está correto deduzir que

a) bromélias, orquídeas e líquens competem por espaço e luz, pássaros e saguis competem por alimento.

b) orquídeas, bromélias e líquens são parasitas da árvore e competidoras por recursos entre si.

c) as árvores são parasitadas pelas lagartas e são mutualísticas em relação aos pássaros e saguis.

d) pássaros e saguis competem pelas lagartas, as quais realizam predação com relação à árvore.

e) os líquens são organismos mutualísticos, já os pássaros e saguis são parasitas em relação às lagartas.

Gab: A

11 – (IFSP/2013)   O peixe-rêmora vive associado ao grande tubarão, preso em seu ventre através de uma ventosa (semelhante a um disco adesivo). Enquanto o tubarão encontra uma presa, estraçalhando-a e devorando-a, a rêmora aguarda pacientemente, limitando-se a comer apenas o que o grande tubarão não quis. Após a refeição, o peixe-rêmora busca associar-se novamente a outro tubarão faminto.

Relações Ecológicas - exercício 3
(http://noahsar kbrasil.blogspot.com.br/
2012/04/comensalismo.html. Acesso em 22.10.2012.)

A relação entre o tubarão e o peixe rêmora pode ser definida como

a) harmônica intraespecífica do tipo sociedade.

b) desarmônica interespecífica do tipo mutualismo.

c) harmônica interespecífica do tipo competição.

d) desarmônica intraespecífica do tipo predatismo.

e) harmônica interespecífica do tipo comensalismo.

Gab: E

12 – (PUC RJ/2013)   De acordo com pesquisas recentes, os corais são muito influenciados pelo aumento da temperatura e pela poluição, pois só conseguem sobreviver em águas transparentes.

Se a água for quente demais, os corais perdem as algas que vivem dentro dos seus tecidos. Essas algas são responsáveis pela coloração e pelo fornecimento de boa parte do alimento dos corais e recebem em troca sais minerais e gás carbônico.

Sobre a interação entre corais e algas, é correto afirmar que:

a) trata-se de uma relação harmônica intraespecífica.

b) as algas em questão são organismos endossimbiontes.

c) as algas em questão são organismos parasitas.

d) trata-se de uma relação desarmônica interespecífica.

e) trata-se de uma interação negativa intraespecífica.

Gab: B

TEXTO: 1 – Comum à questão: 13

 Uma nova fábrica, inaugurada em Juazeiro (BA), vai ampliar em oito vezes a produção nacional do mosquito transgênico da dengue.

Esse pode ser mais um passo para expandir, no país, uma tecnologia que reduz a circulação do Aedes aegypti.

Os machos do mosquito são modificados para transmitir genes letais à sua prole. O Aedes acaba morrendo ainda na fase de larva, diminuindo a população do mosquito, que é vetor da dengue. (NUBLAT, 2012. C.7)

NUBLAT, Johanna. Folha de S. Paulo. São Paulo, 16 out. 212.

Parte do procedimento experimental envolvido nessa tecnologia está esquematizada na ilustração.

Relações Ecológicas - exercício 4

13 – (UEFS BA/2013)   A relação ecológica agora estabelecida entre mosquitos machos selvagens e machos transgênicos de A. aegypti deve ser entendida como

a) antibiose, em que os transgênicos causam a morte de seus descendentes.

b) competição intraespecífica pelas fêmeas para reprodução, relação que resulta em prejuízo para as formas selvagens.

c) predação dos indivíduos selvagens pelos transgênicos que atuam como espécie exótica.

d) comensalismo, em que a alimentação dos selvagens se restringe às sobras alimentares dos transgênicos.

e) redução na disputa pelos recursos alimentares utilizados pela espécie.

14 – (Enem – 2011) Os vaga-lumes machos e fêmeas emitem sinais luminosos para se atraírem para o acasalamento. O macho reconhece a fêmea de sua espécie e, atraído por ela, vai ao seu encontro. Porém, existe um tipo de vaga-lume, o Photuris, cuja fêmea engana e atrai os machos de outro tipo, o Photinus, fingindo ser desse gênero. Quando o macho Photinus se aproxima da fêmea Photuris, muito maior que ele, é atacado e devorado por ela.

A relação descrita no texto, entre a fêmea do gênero Photuris e o macho do gênero Photinus, é um exemplo de:

A) comensalismo.

B) inquilinismo.

C) cooperação.

D) predatismo.

E) mutualismo.

Resposta: d – Pois a fêmea devora um macho de espécie diferente para obter nutrientes.

Sobre o(a) autor(a):

Juliana é bióloga formada pela Universidade Federal de Santa Catarina e cursa o Mestrado em Educação na mesma instituição. Ministra aulas de Ciências e Biologia em escolas da Grande Florianópolis desde 2007 e é coordenadora pedagógica do Blog do Enem.